terça-feira, 23 de outubro de 2007

"Estou... de volta pro meu aconchego...


...Trazendo na mala bastante saudade
Querendo
Um sorriso sincero, um abraço,
Para aliviar meu cansaço
E toda essa minha vontade..."

9 comentários:

Anónimo disse...

ACONCHEGO - significados : agasalho;comodidade;amparo.

Anónimo disse...

Entrelinhas, no texto de uma enorme e íntegra beleza formal, e de conteúdo, consegui , no entanto, ler nove (9) vezes a palavra "não".Não será de mais? Talvez não, aceito, sou eu que não consegui/consigo,verdadeiramente, contextualizar-me, e compreender,alcançar,de facto.

Teka disse...

O NÃO e o SIM fazem parte da vida, não o devemos temer...
Um dia tudo acaba... como muitas coisas já acabaram para mim...
Depois do NÃO é bom que tudo fique no "interior do nosso interior".

Não é por não dizermos NÃO que tudo é eterno...
Não tenho preconceitos relativamente ao NÃO!

Marcelo disse...

Engraçado, a palavra Anônimo tem algo semelhante com a palavra Não.
Pelo menos é "Não quero revelar minha identidade".

Teka disse...

Marcelo, muito interessante a sua observação.
NÃO queremos que o proprietário do blogue saiba quem escreveu, ou NÃO queremos que alguém saiba que escrevemos no blogue deste proprietário.

Um dia alguém disse que quem escreve blogues sob a capa do anonimato (e o meu blogue não deixa de ser anónimo) é sempre um ser cobarde que não tem a coragem de se identificar.
Discordo... Mas, percebo que isso venha à baila.

No meu caso, este é um blogue de reflexões que só talvez a mim me interessem, é como se fosse um registo. São opiniões que, acho, não prejudicam ninguém, são exercícios de escrita, são desabafos, são testemunhos de factos que ainda me surpreendem alegram ou desgostam.

Não ataco ninguém anonimamente.
A única vez que me irritei com alguém e disse mal de alguma instituição foi da EMEL, mas o que escrevi aqui no blogue foi literalmente enviado à EMEL devidamente identificado. Aliás recebi uma resposta idiota 3 meses depois, em que dizia que para eu não ter mais problemas deveria adquirir os cartões pré pagos que a dita empresa disponibiliza.

Continuo a gostar de andar por aqui e de receber comentários, por isso gosto de deixar as partilhas abertas a anónimos e não anónimos.
Elas também me desafiam a poder ser mais autêntica nos comentários.
E ainda se coloca outra questão interessantíssima. Porque se escrevem blogues?

Vou continuar a andar por aqui mais algum tempo.
Se as partilhas acabarem de vez, regressarei ao meu Word.
Marcelo saudades das nossas conversas ao vivo.

anónimo,obviamente,não anónimo disse...

Boa tarde Teka.
Eu sou o anónimo, obviamente,não anónimo,que por um lado escreve sabendo que a Teka sabe quem ele é ,e que "Alguèm" ,também, sabe, quem eu sou, e que escrevo no blog de que é proprietária,apontamentossentidos.
Sinceramente, pensei em não responder, em não acrescentar algo mais, por várias razões e,no fundo, nesta minha última e derradeira incursão no seu espaço, não me sinto própriamente a responder a alguma questão ou dúvida,mas sim a usar de um "direito" de opinar sobre algo escrito no seguimento a propósito de um comentário de minha autoria.
Trata-se, em suma, de um breve, pacífico e tranquilo, esclarecimento, a propósito de referências , nomeadamente, ao conceitos de opinião, intromissão, supostos ataques anónimos...cobardia.
Faço-o ,essencialmente,para me libertar desse incómodo pensamento,porque nada ,verdadeiramente simpático.
Quem tiver oportunidade de lêr o meu comentário, se quizer, a minha opinião, mesmo podendo-a achar intrusiva, se quiser entendê-la, contextualizá-la, enfim, lê-la como foi escrita, obrigatoriamente deverá,ou melhor, deveria compreender a sua intenção, o seu alcance solidário e Amigo.
Objectivamente, o que lamento ( e até estranho) a mensagem ao ser deturpada, foi confundida com um "ataque".Lamento!
Eu, porque sei e conheço, até consigo perceber quase que a "irritação", a denegação, mas não a aceito, perdoe-me a franqueza e coerência.
De facto, aceito, as suas reflexões como bem diz, só a si lhe interessam.
Nunca pensei que os meus exercícios de escrita estivessem a prejudicá-la, a ponto de sentir necessidade de reagir da forma facilmente legível.
Cumpre-me, por isso, desculpar-me,sinceramente, por usar o seu espaço, o espaço do seu blog, de forma, pelos vistos, muito pouco apreciada, e nada validada.
Mas, estou certo, sempre existem vários meios para comunicar quando há interesse ou necessidade.
P.S. Já agora, ía-me esquecendo "Marcelo", está revelada a minha identidade,descanse,fique tranquilo!

Marcelo disse...

Seguindo os conselhos de "anônimo" descanso junto à picina numa confortável espreguiçadeira sob o céu dos trópicos, desfrutando a tranquilidade do que me cerca e degustando saborosos abarás e acarajés.
Marcelo.

Teka disse...

Tanto que eu poderia dizer sobre esta sequência de partilhas.

Apenas dois pontos fundamentais:
1 - Prova-se que às vezes a escrita é traiçoeira. O que dizemos é por vezes, interpretado num outro sentido que não quisemos dar (às vezes por estar mal escrito ou o leitor não estar em sintonia). Neste caso, eu comentava um programa, “Dias do Avesso” do Eduardo Sá, sobre Blogues e Diários (deveria ter citado a fonte e esclarecer que estaria a comentar o que ouvi). Escrevi aqui porque vinha na sequência do significado da palavra anónimo. Um blogue, para mim, é um prazer, não é um diário e muito menos um local onde “ataco e posso ser atacada”. Percebo que possa ter gerado confusões. Serei mais cuidadosa.

2 – Marcelo – que saudades desse céu dos trópicos, desses tempos vividos e sentidos que tão longe parecem estar. Anónimo, obviamente, não anónimo – que bom estar tudo esclarecido, com o mesmo carinho, empatia e reciprocidade de sempre.

Exmo.Senhor anónimo disse...

Breve será redigido neste espaço um esclarecimento/satisfação que se justifica.