sexta-feira, 29 de agosto de 2008

A melhor juventude...

Um filme de Marco Tullio Giordana, italiano, claro, como gosto deles. Um filme que me preencheu que me emocionou que me fez pensar no pouco que saímos do nosso pequeno mundo.
Um filme que repassa a história de uma família e de Itália de 1966 a 2003.
A não perder e não fiquem assustados com as 6 horas de duração, sabem a pouco e ficamos a querer saber mais daquela família.
Um filme que nos torna uns verdadeiros voyeuristas das emoções, das alegrias, do luto, das tristezas, das causas sociais, da corrupção, das opções e caminhos de uma família que por vezes marcam o respectivo Destino.
Trata até a doença mental como eu acredito nela, de frente, sem preconceito, combatendo a exclusão, aceitando a diferença, identificando novos códigos de comunicação.
A não perder e não é porque foi prémio em Cannes 2003.

1 comentário:

isabel victor disse...

Boa sugestão ...

gostei


abraço

iv