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segunda-feira, 23 de abril de 2018

Dia Mundial do Livro...

Ler parece estar fora de moda.
É uma pena!
Gosto de Livros.
Gosto do cheiro dos livros.
Gosto de imaginar as histórias que leio nos livros.
Gosto de me emocionar com os livros.
E hoje celebrei este dia no lançamento do novo livro de uma escritora que me é muito querida, Ana Cristina Silva.
"Salvação"
Um livro que promete, dito por Richard Zimler: "Um romance invulgar que nos oferece uma teia de narrativas admiravelmente complexas e ricas em emoção".

Tenho saudades de ler mais e também tenho saudades de escrever.
Tenho arrastado o tempo sem fazer bem uma coisa e outra.

É urgente apontar sentimentos.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Leituras de Verão...

Já tinha saudades de ler.
Ler sem preocupações, sem prazo, sem relatórios e obrigações pelo meio.
Não sou nada elitista nas minhas leituras, leio o que me aparece nas mãos.
E aqui está o que me apareceu nas mãos.
 
 
Há séculos que me apetecia ler Murakami, só não sabia por que livro iria começar. Arranquei com o "1Q84" por sugestão da minha amiga A e não me arrependi. A narrativa prende desde o primeiro minuto, Claro que já passei para o segundo volume e suspeito que o terceiro vem por aí. Estou curiosa por ler outros livros e o "Kafka à beira mar" já me aguarda na prateleira. Gostei bastante deste mundo fantasioso de Murakami e da sua forma de o descrever.

Também tinha que ler a trilogia de Grey pelo tanto que se escreveu sobre estes livros e pelo que ouvi dos meus amigos. Se forem à procura de uma boa história esqueçam, na minha opinião a história é fraquinha, fraquinha (para não dizer má), agora se querem ficar "acesos" ;-) os livros cumprem bem a sua função. Sem linguagem ofensiva mas explícita são uma porta aberta para outro mundo. Estão lidos e não me parece que me apeteça procurar outros da mesma autora.
O Nuno Camareiro foi lido em dois dias na praia. É um daqueles livros que não apetece acabar, onde nos revemos em cada uma das personagens. É um livro sobre o dia-a-dia que vai correndo ao sabor das horas, sobre a vida. É um livro onde não se passa nada, mas que nos deixa preenchidos por tão bem escrito que está. Não é por acaso que foi prémio da Leya. Fiquei com vontade de o reler outra vez daqui a uns tempos para o saborear ainda mais.
Têm sido umas férias muito produtivas!

sábado, 8 de dezembro de 2012

Uma surpresa...


Nunca tinha lido Mário Zambujal.
Um livro de contos envolventes e com finais inesperados.
Gostei muito e na minha lista de pedidos de Natal já incluí outros livros dele.
Entretanto um livro viajou até ao Brasil, porque gosto de dar o que gosto.
Às vezes penso na quantidade de livros que não li e que nunca vou ler ao longo da minha vida e é um pensamento assustador.
Há mais livros que vida!

sábado, 8 de setembro de 2012

Um achado...

Sem dúvida o melhor livro que li nos últimos tempos, graças à minha amiga A.
Li-o ontem à noite e fascinada li-o outra vez hoje.
Escrito e publicado numa revista americana em 1938, apenas chegou a Portugal em 2002 e só agora o li.
Dando conteúdo à minha velha máxima "o melhor e o pior do mundo são as pessoas", podemos ler as cartas trocadas entre dois amigos/sócios alemães um, judeu, que ficou nos E.U.A e outro que regressou à Alemanha e se tornou seguidor de Hitler.
E mais não digo, porque seria cortar o prazer de o ler, pela intriga, pelo inesperado, pela história desconcertante.
Pode resistir uma amizade a uma ideologia?
É também a história de uma vingança servida fria.
É obrigatório ler este "Desconhecido Nesta Morada".

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

"Rentré"...

Estou de volta, sem grandes assuntos para dissertar por aqui que me entusiasmem.
Junho e Julho foram de trabalho intenso a contrastar com um Agosto prazeiroso, tranquilo, passado a deambular pelo nosso Portugal e na companhia dos amigos.
As leituras foram parcas, as conversas variadas e ricas, a degustação das belas iguarias do nosso país um desastre para a contagem das calorias.
Setembro entra sereno, com um rasto de esperança para que tudo melhore neste nosso Portugal.
Deixo duas sugestões interessantes de dois livros que me passaram pelas mãos, o velhinho Auster "A Trilogia de Nova Iorque" e um escritor desconhecido para mim que tão bem descreve emoções. "A Casa de Papel" um livro inesperado.
Não deixem de dar um salto a Guimarães, tudo de bom acontece por lá este ano.
E ficamos assim...

segunda-feira, 23 de abril de 2012

E como hoje é o dia do livro...

Não posso deixar de falar em livros e de como eu gosto deles...
Sempre gostei.
Aprendi com a minha avó a gostar deles, ainda sem saber ler, ouvia-os e sentia-os através da sua voz doce.
Na hora da sesta, ainda criança, lembro-me de os ler debaixo dos lençóis à luz de uma lanterna.
Gosto de ler, de descobrir o que dizem...
As saudades que eu tenho de me deitar no sofá em silêncio a ler por ler sem a preocupação de estar a estudar. Ler para me "alimentar", para sonhar, para ser, para abrir horizontes.
Entretanto vou tendo vários livros na minha mesa de cabeceira que vou "bebericando" um ou outro conforme o momento, o tempo e as vontades.
Não podia deixar de falar do último que comprei e que encerra um autógrafo muito especial, de um dos meus Mestres com quem tanto tenho aprendido, ao longo dos últimos 10 anos. Uma pessoa extraordinária que nos contagia com as suas palavras, a sua sabedoria e nos conquista com a sua humildade e simplicidade que é sempre apanágio dos grandes.
Obrigada Prof. Dr. João Hipólito por me ter passado o "bichinho" do Pensamento Rogeriano com o qual tanto me identifico e cada vez mais, graças a si.

terça-feira, 27 de março de 2012

A prenda do meu sobrinho, e esta?...

Agora é que eu vou ficar a saber tudo, tudo, mas mesmo tudo :-)
Obrigada D se não fosses tu...
:-*
Prometo que o vou ler...

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Sem esperar...

E, um belo dia, sem que nada o fizesse prever, a minha Luzinhas, mima-me como há muito tempo eu não era mimada.
Deveria ter uns 11 anos quando uma amiga da minha avó me deu este livro.
Abri, achei os desenhos engraçados mas não passei das primeiras 20 páginas, achei-o muito aborrecido.
Só o voltei a abrir quando um dia, um professor que eu muito admirava disse numa aula "que só conhecemos o que cativamos".
Li-o numa tarde!

E agora tenho nas minhas mãos uma versão de encantar que nos surpreende e que nos deixa entrar na história e seguir o principezinho a cada página que se vira.
Obrigada Luzinhas tu és muito importante na minha vida.
Senti-me verdadeiramente cativada e "só se conhecem as coisas que se cativam".
Este post já andava na calha há muito tempo...
E, lembrei-me:
"Hoje, também eu podei as minhas roseiras"...

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O Livro dos Ecos...

Para mim foi um dos melhores livros que li nos últimos tempos.
Não é tarefa fácil ser isenta ao falar de quem se gosta e com quem se vai partilhando ao longo dos anos pedaços de vida.
Para mim foi um orgulho e um prazer sentir o “O Livro dos Ecos” nas minhas mãos com um belo autógrafo exclusivo, no dia do seu lançamento.
Li-o compulsivamente.
É um livro para sentir, ler e reler, sublinhar cada frase que ecoa dentro de nós, refletir e tomar decisões, ou não.
“O Livro dos Ecos” está repleto de ecos muito nossos que nos retratam: nas relações, nas vivências, nas ansiedades, nos medos, nas convicções, nas paixões, na solidão, no nosso lado lunar. É também um manual de psicologia, bem escrito, bem vivido.
Pertencemos ao livro e ele pertence-nos.
É um livro que nos “acrescenta”.
Muitas vezes dou por mim a ler algumas frases que fui sublinhando ao longo da minha leitura e sinto a tentação de escrever histórias a partir delas. Histórias minhas e de outros que fui encontrando pela vida. Talvez um dia o faça por aqui.
Impossível ficar indiferente.
Apetecia-me citar uma das frases que fizeram eco em mim, mas prefiro aguçar a vontade para que escolham a vossa.
E, aqui fica neste meu apontamento sentido, o meu eco de um livro que não é mais UM.
 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

À Sílvia...


Em primeiro lugar quero agradecer à Sílvia o convite para ter estado na mesa, num dia tão importante como o do lançamento do seu livro na escola que frequentou. Foi uma honra e um prazer ter-me sentado ao seu lado.
Conheci a Sílvia em 2007 quando um dia me procurou para conversar.
Fizemos juntas um caminho muito bonito durante 3 anos.
A Sílvia tocou-me pela sua sensibilidade, pelo ser humano de excepção que é, pelo seu espírito altruísta, pela sua forma de sentir os outros e o mundo.
Ao ler alguns dos seus "sonhos de prata e ouro", senti saudades de muitas das nossas conversas.
Sinto um orgulho muito especial pelo seu percurso até ao lançamento deste livro que é pura vivência e emoção e que é também a luta pela realização de um sonho.
Vale a pena ler dois poemas belíssimos. O primeiro “Moldura de Ouro” (pág. 89) um dos poemas que a Sílvia mais gostou de escrever e “Pureza” (pág. 23) que é aquele com o qual a Sílvia se identifica mais no presente, apesar de ter sido escrito há alguns anos em 2006, numa fase menos boa da sua vida quando tinha apenas 14 anos.
Duas notas finais:
A primeira vai para todos os jovens. Nunca desistam dos vossos sonhos, trabalhem neles, vão em frente. Não há sonhos impossíveis.
A segunda vai para a Sílvia. Traduz-se no meu desejo para que nunca pare com o seu exercício da escrita e da sua sensibilidade que continue a estudar que continue a olhar e a retratar o mundo dos sentimentos com as suas palavras.
Muitas vezes ao longo dos últimos anos a Sílvia agradeceu-me as nossas conversas.
Quero dizer-lhe, aqui publicamente, que  o nosso encontro enriqueceu-nos às duas.
Eu também aprendi muito consigo.
Obrigada!
"Pureza
Tanta saudade,
Tanta alegria
Tantos estilhaços de optimismo;
É tão forte!
E é tão vivo...
É a única certeza
Deram-me, simplesmente...
A maior pureza!
De um novo sentimento."
In Sílvia Silva (2011). Sonhos de Prata e Ouro. Universus. pp 23

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

11-11-11

"Nesse Verão tinha estado com ele dois dias. Dois dias bons: conversaram e passearam muito. Revisitaram lugares e memórias das respectivas infâncias. Mas tinha sido pouco tempo, pelo menos para ela. Ele tinha compromissos ambiguamente referidos e, como tal, não podia dispor de mais tempo. Não se mostrou contrariada, embora estivesse. Teria sido mais honesto fazê-lo, mas contraproducente, e ela não era tola."
In Helena Lebre (2011). O Livro dos Ecos. Papiro Editora. pp 35

Nada me fez tanto sentido esta semana, como este parágrafo.
Tenho refletido, nas minhas relações, nos momentos que dou aos outros e nos que recebo também.
Algo necessita de ser reformulado, amadurecido, melhorado, renovado.
É imperativo quebrar padrões de comportamentos sempre recorrentes a cada nova ligação.
Num dia mítico como o de hoje, cinzento e de lua cheia (aquela que nunca gosto), lacro um ciclo dentro de mim.
Fecho mais uma porta.
Pela primeira vez na vida estou sem pressa de abrir outra!
Querida Luzinhas mais uma vez tu estás sempre mais à frente do que eu, no meu sentir.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

E ainda vou conseguindo ler...

Foram umas horas muito bem passadas. Um livro que nos fala sobre a natureza humana, no que ela tem de pior. Um "Best-Seller" internacional de um escritor dinamarquês Christian Jungersen. Quatro mulheres que trabalham num centro de informação sobre o genocídio (duas investigadoras, uma secretária e uma bibliotecária) experimentam no seu dia a dia os comportamentos que estudam. Um manual de psicologia sem dúvida, sobre a etiologia do Amor e do Mal. Todos nós podemos ser criminosos? Um livro inquietante!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Leituras...

Gosto de pessoas, gosto de livros e gosto também de Barcelona. Gaudí, uma pessoa de Barcelona que exerce um fascínio muito grande sobre mim cada vez que piso aquela cidade.
Mario Lacruz (1929-2000) escreveu a história da vida deste arquitecto visionário que li sem parar.
Gaudí não passa indiferente a quem passeia por Barcelona. O Parque Guell e "La Pedrera", são as suas obras que fazem as minhas delícias e não me canso de as contemplar.
Ler a sua história romanceada fez-me transportar à sua época e perceber cada um dos seus projectos, foi como acompanhar cada construção sua desde o lançamento da primeira pedra.
Um livro cheio de momentos de vida, amores, alegrias, tristezas e desencontros. Fiquei a conhecê-lo melhor, através deste livro que não achei excelente mas que li com muito prazer. Desconhecia que Gaudí tinha mau feitio e que o querem canonizar pela sua dedicação quase cega ao seu último projecto inacabado a "Sagrada Família". Ler é sempre descobrir coisas novas.
Gosto de livros porque gosto de pessoas.
Os livros que prefiro ler são os que marcam os outros.
Ler um livro que foi importante para outra pessoa tem sempre um sabor especial para mim.
Um dia, se me apetecer, falo mais sobre isto.
Tenho que ler "O Estrangeiro"!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Leituras...

Gosto de ler livros sobre cidades.
Agora deu-me para o tema Nova Iorque, não sei bem porquê.
Brendan Behan um escritor desconhecido para mim que faleceu pouco tempo depois de eu nascer, fala como ninguém da cidade que nunca dorme. Chega a Portugal pela mão de Carlos Vaz Marques em Março de 2010.
Com Brendan percorremos ruas, lugares e o lado boémio deste palco da vida.
De bar em bar e de copo na mão apresenta-nos personagens, com as quais gostaríamos de nos sentar e gastar alguns serões.
Consta que escreveu este livro no final da sua vida e de tão alcoolizado a sua maioria foi ditado.
Na minha leitura, senti-me parte da sua narrativa. Estive sem dúvida num dos seus clubes nocturnos favoritos bafientos a ouvir histórias ao som de um sax nem sempre afinado.
Um livro sobre pessoas que é como eu gosto deles.
Brendan Behan dedica este seu livro "Para a América, a minha nova pátria. Aquele que te odeia, odeia a humanidade".
E são tantas as histórias que se escondem numa cidade!

domingo, 21 de novembro de 2010

Leituras...

Duas notas!
Leituras de Verão.
Continuo a ser uma apaixonada pela trilogia de Stieg Larsson, confesso que este segundo, apesar de bem escrito e de prender até ao fim, a trama não se compara ao primeiro, proporciona umas horas bem passadas mas falta-lhe qualquer coisa. Aventurei-me agora no terceiro e último volume que me parece mais empolgante. Esqueçam os filmes, vi os dois e fiquei desiludida.
A Caderneta de Cromos, um conceito que me fascinou. Sim! estive a colar os cromos no livro, um a um, qual criança/aborrescente do antigamente. Quem conhece os meus diários de viagem sabe como fico fascinada com "pedacinhos de papel" e um tubo de cola :-)
Os textos são engraçados e retratam bem o "meu tempo". Sim (não se riam) fiz a colecção de cromos do "Sandokan", do "Espaço 1999", do "Amor é...", das "Notas do Mundo", e muitas outras que devem estar mortas e bafientas num dos recantos do sotão da casa dos meus pais. Ahhhhh como tenho saudades das "Bombokas", da "Termo Tebe", do "Sabichão", do "Jogo do Elástico", enfim este livro é um revisitar dos locais quentinhos do nosso passado.
E, sim é fantástico ler por ler, aninhada no sofá, livros pouco complexos que é o que me apetece de momento. Estou farta de complexidades na minha vida!
Mas, recado para uma certa pessoa: "O Estrangeiro" de Albert Camus, está na calha! Imperdoável nunca ter lido.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Uma boa leitura...

Muito ouvi sobre este livro e fiquei curiosa.
Sou curiosa acerca dos livros que marcam a vida dos outros.
Peguei nele, dei-me tempo e deixei-me levar influenciada pelas saborosas apreciações sobre o livro.
Não consegui parar de ler, a trama é envolvente e inesperada.
Não será ainda o livro da minha vida, mas foi uma boa surpresa.
Fez-me reflectir sobre as relações que temos, o que procuramos nelas? Sobre as vezes que cedemos à tentação de querer ter as relações de outros, outras vidas que não as nossas. O desejo de acordar de manhã e despir a nossa pele.
Inspiraram-me os corpos sem sombras e a ideia de que a "vida assenta sempre num mito, numa lenda, numa mentira, enfim."
Um grande livro que me aguçou a vontade de ler a obra de Juan José Millás.
Gosto de escritores castelhanos, com Montalban incluído.
E, por favor, tapem a contracapa, deixem-se surpreender.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Leituras...


"Poesia Visual", um baú privado recheado de cores, histórias, memórias, sentimentos e emoções. Um livro encantador de uma pessoa muito particular que desde cedo me cativou, pelo sorriso, saberes e atenções com que sempre me brindou.

Um legado a lembrar que vale sempre a pena recomeçar, abrir uma janela ao desconhecido. Infelizmente não disponível ao grande público.

É um prazer para mim folhear este livro, pois tenho o privilégio de lhe pertencer.

E, hoje é um dia especial...

terça-feira, 9 de março de 2010

Leituras...


segunda-feira, 27 de julho de 2009

Leituras...


Um livro de Irvin Yalom, o primeiro livro que li deste psiquiatra. Um romance de ficção que ganhou o prémio Commonwelth.
Gostei muito do livro porque ele retrata muito bem temas que me são familiares e tem a coragem de revelar os bastidores das sociedades científicas que nem sempre são "bonitos" (o poder dos tais lobys, raramente por causas nobres).
Uma trama bem construída e provocante entre terapeutas, pacientes, mulheres, amigos, que empolga até à última página. Tem uma mensagem interessante: quem quer "apanhar", por vezes é "apanhado".
É o outro lado da psicoterapia, a cabeça do psicoterapeuta, o homem, com as suas dúvidas, vivências, profissionalismo, ética e limites.
O balanço é positivo para o lado da terapia que ganha pontos e se calhar encoraja muitos leitores virgens nestas andanças a procurar desbravar caminho no mundo fascinante da mente.
Invin Yalom caiu-me no goto. Apetece-me passar para "A Cura de Schopenhauer", um dos seus livros onde se aborda o balanço da vida pessoal e de trabalho, perante a morte eminente.