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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Os olhos também se alimentam...

Dia de céu azul...
Alma quente, com apetite urgente pelo belo.
Foi o que aconteceu, enchi o olho e aquela parte de mim que gosta de outras perspectivas das coisas. Poder "sentir" os grandes mestres da pintura (1840-1955) a dois palmos do meu nariz, fez-me bem.
Fiquei orgulhosa também porque esta exposição teve as mãos mágicas do meu querido amigo RX, com quem sempre gosto de trocar conversas com sentido.
E estava lá um dos meus Van Gogh favoritos!
Um dia muito bem passado.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Uma excelente sugestão...

"As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant" uma peça de Fassbinder, que estreia hoje no Teatro Nacional D. Maria II, a não perder mesmo.
Tive a sorte de assistir à ante estreia, na primeira fila e de me deixar embrenhar numa trama de relações interpessoais intensas e representadas por um elenco à altura.
Passados 40 anos é uma peça actual, os sentimentos, as emoções, os ódios e os amores, não se datam, vivem-se intensamente quando surgem, quando nos surpreendem, quando nos desafiam.
A cenografia é muito curiosa e os figurinos são todos do meu estilista favorito José António Tenente que por si só valem a ida ao teatro.
Gostei muito!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Gostei...

sábado, 12 de fevereiro de 2011

E a Fábrica tem destas coisas...


Por apenas 5 euros podemos reencontrar a voz e a performance de Maria João.

Foi o que aconteceu hoje.
É por estas e por outras que gosto de passar pela Fábrica.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Para ver...


Museu da Cidade de Almada Uma mostra internacional de Diários Gráficos, interessante.
Sim! agora estou para aqui virada.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Cá vou eu...


Chegada das Sinergias, mais uma vez gostei do que vi e do que senti.
São momentos diferentes, não pensados nem ensaiados que nos tocam por dentro.
A junção entre a música, a dança, as projecções de vídeo e os desenhos ao vivo por computador, envolvem o espectador de uma forma única.
O ponto alto da noite, para mim, foi sem dúvida a dança do ventre, a graciosidade, a sensibilidade e sensualidade da Paula Santos Silva (de quem eu gosto também por outras razões) que sente a música como ninguém.
Fiquei com vontade de inscrever-me nas aulas de dança do ventre :-)
Continuo com vontade também de me deixar surpreender com o que vai acontecendo culturalmente na minha Lisboa.
São momentos como este que nos tiram do tédio e do cansaço das nossas rotinas.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Não resisti...

... e fui ver novamente.
Brilhante!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Mexa-se, vá ao...


A colecção permanente tem peças de design lindíssimas!
Um espaço muito à frente!
O ponto alto para mim, sem dúvida, o projecto do José António Tenente, o meu estilista português favorito. Os vestidos deslumbrantes!
Um local a visitar, onde não falta um espaço simpático para tomar um café.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

domingo, 24 de outubro de 2010

Descobertas...

Que bom foi DESCOBRIR Mayra Andrade!
E melhor ainda, redescobrir:
Coldplay
Pearl Jam

terça-feira, 20 de julho de 2010

5 Tangos...

Lisboa no Verão é ainda mais fantástica oferecendo momentos imperdíveis.
Nas últimas noites andei para os lados do Largo de S. Carlos.
Ainda entusiasmada com a espectacularidade das "Noites de Verdi" desta vez a CNB fez-me rever o famoso bailado "5 Tangos" que eu tive o prazer de ver pela primeira vez interpretado pelo Ballet Gulbenkian na sua estreia em Portugal em 1982. Lembro-me como se fosse hoje.
Mas este bailado fez-me reviver um momento extraordinário que os verdadeiros amantes da dança se recordam certamente. Do programa fazia parte "Danças para uma Guitarra", Carlos Paredes tocava ao vivo em cima do palco e deleitava uma plateia que não sabia para onde olhar, se para os belos movimentos dos bailarinos, se para as mãos do mestre a dedilhar com alma a sua guitarra portuguesa.
Senti saudades de Carlos Paredes e assim que cheguei a casa brindei o momento com a canção "verdes anos" para mim a porta de entrada para a sua obra.
Emocionei-me...
Lisboa tem destas coisas.

sábado, 15 de maio de 2010

Quem me quiser encontrar HOJE...


"Desmasacarando-se e deixando fluir as suas almas em sinergias, artistas plásticos e músicos, fundem as suas fantasias com um gozo próprio da irresponsabilidade "infantil"."

sábado, 3 de abril de 2010

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Uma boa notícia...



Depois da má notícia do Incêndio no Hot Clube uma excelente notícia.
A partir de Março o Museu Berardo vai expor toda a obra de Joana Vasconcelos. Impossível ficar indiferente às peças/instalações desta artista portuguesa que já vai nos seus 15 anos de exposições pelo país e pelo mundo, com muitos prémios acumulados. Gosto particularmente destes "Corações Independentes, 2004" elaborados à base de talheres de plástico, mas quem não se lembra de "A Noiva, 2001", o famoso lustre em que os tampões OB, são a base da sua construção.
Aqui fica o site oficial da artista para se deliciarem: http://www.joanavasconcelos.com/
A não perder!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Arte e Ciência...

Foi uma boa surpresa!
Uma exposição diferente subordinada ao tema "A Arte do Séc. XXI" na Cordoaria.
Teve um saborzinho a férias, três amigas a aproveitar uma tarde de sol, com dir
eito a palmiers do Careca e tudo!
Um mundo diferente este em que entrei, povoado de novos conceitos artísticos feitos de ciência.
Deixei-me levar por novas ideias e interpretações de um universo que apenas pertencia à ciência. Fui sensível ao efeito estético da tecnologia. Instalações como os "Robôs histéricos", "Op-era" e "Auto-retrato" (Proteínas criadas a partir de letras do nome da artista), desafiaram os meus pré-conceitos artísticos positivamente.
"Uma orelha no braço", para mim, a verdadeira surpresa da exposição. Stelarc ( www.stelarc.va.com.au ) um artista criador de projectos que representam a nova era em que vivemos, a reconstrução do nosso corpo, implanta no seu braço esquerdo, uma orelha.
Mexeu comigo!
Uma exposição a provar que não há limites para a criatividade humana quer se goste ou não.
Vale a pena passar por lá e ser desafiada por novos conceitos artísticos, até 24 de Novembro ( www.inside.com.pt ).

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Imperdível...

E cá estamos nós para mais um ano de trabalho, sim porque o ano começa agora!
Apesar de faltarem 300 dias para voltarmos a esticar uma toalha na areia - parafraseando Bruno Nogueira - ele ainda há boas coisas para aproveitar por aí.
Trago uma sugestão para o fim-de-semana, uma ida à Casa do Artista para assistir ao monólogo de Jorge Mourato "CaveMan: Mim caçar, tu colher!".
O nosso CaveMan desvenda os mistérios do porquê das diferenças entre sexos.
Uma peça cheia de clichés, de humor, onde todos se revêm e passam sem dúvida um bom bocado e onde se recuperam forças para atenuar o stress pós férias.
Imperdível!
Para as minhas amigas um segredo, um truque que aprendi, sssshhhhhh:
"A melhor maneira de levar um homem a fazer uma coisa: sugerir-lhe que é demasiado velho para o fazer!"
Digam lá que eu não sou amiga :-)

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Titanic...

(clicar na imagem para aumentar)
Uma exposição comovente!
Carota, apesar do desconto do ACP.
Mergulhei no inicio do século XX, com todo o seu dinamismo e avanços tecnológicos, política e organização social. Participei nos sonhos e na luta por uma vida melhor das 2228 pessoas que embarcaram no mítico Titanic, através das suas histórias e objectos resgatados das águas profundas do oceano.
Uma exposição interessante porque distante do nosso tempo e pela oportunidade de conhecer o enquadramento e a história da construção do barco mais famoso do mundo, bem como, pela curiosidade das peças expostas.
Uma exposição muito bem montada, recheada de sons, cheiros e ambientes reconstruídos onde nos sentimos passageiros.
É uma exposição afectiva, não nos deixa indiferentes.
A cada visitante é entregue a réplica de um bilhete de embarque que nos conta as motivações de um passageiro que entra no local errado à hora errada. Não deixa de ser um pouco angustiante apesar de interessante.
A moral: A vida é frágil.
Dedico este post ao Téllo, apaixonado pelo Titanic, no dia do seu níver.
O balanço foi positivo.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

B de Berardo...


Goste-se ou não do Joe Berardo, é por causa dele que nos podemos deliciar com as várias exposições de arte moderna e contemporânea, em plena Lisboa com o Tejo por fundo, gratuitamente, sete dias por semana.
É certo que não podemos entrar de mochila, queixa que li num blog por aí, mas podemos fotografar e usufruir todas as experiências que nos são oferecidas.
Entrei pela mão de uns queridos amigos, duas simpáticas americanas e deixei-me levar pelo espaço e pelo tempo que por lá passei.
Fiquei contente porque os portugueses podem ver o que só se via fora de portas. Em 2001 entrei pasmada no Stedelijk Museum de Amesterdão achando ter pisado num outro mundo, apesar de ter tido a sorte de entrar em alguns dos melhores museus de arte moderna da Europa, Centro de Arte Moderna da Gulbenkian incluído. Foi aqui que contactei pela primeira vez com as famosas "instalações" (uma manifestação artística onde a obra é composta de elementos organizados em um ambiente fechado e cuja disposição de elementos no espaço tem a intenção de criar uma relação com o espectador - fonte Wikipedia) e lembro-me de ter ficado perplexa com um pequeno filme de um homem a "barbear" um cato com uma máquina de barbear eléctrica. A exposição que visitei "Arriscar o Real", não fica atrás e é uma aventura percorrer o labirinto recheado de sensações artísticas. Picasso e Joana Vasconcelos estão por lá.
Dois dias depois voltei com o meu sobrinho de 8 anos, descobri novas peças e deliciei-me com o comentário do rapaz que de olhos arregalados assistia a um pequeno filme de dois homens a apedrejar um frigorífico dos anos 50: "e não foram presos?"
Aqui não ficamos indiferentes!
Museu Berardo um lugar a revisitar sempre!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Leituras...


Um livro de Irvin Yalom, o primeiro livro que li deste psiquiatra. Um romance de ficção que ganhou o prémio Commonwelth.
Gostei muito do livro porque ele retrata muito bem temas que me são familiares e tem a coragem de revelar os bastidores das sociedades científicas que nem sempre são "bonitos" (o poder dos tais lobys, raramente por causas nobres).
Uma trama bem construída e provocante entre terapeutas, pacientes, mulheres, amigos, que empolga até à última página. Tem uma mensagem interessante: quem quer "apanhar", por vezes é "apanhado".
É o outro lado da psicoterapia, a cabeça do psicoterapeuta, o homem, com as suas dúvidas, vivências, profissionalismo, ética e limites.
O balanço é positivo para o lado da terapia que ganha pontos e se calhar encoraja muitos leitores virgens nestas andanças a procurar desbravar caminho no mundo fascinante da mente.
Invin Yalom caiu-me no goto. Apetece-me passar para "A Cura de Schopenhauer", um dos seus livros onde se aborda o balanço da vida pessoal e de trabalho, perante a morte eminente.