(...)
Não nos esquecemos de nada
Não nos esquecemos mesmo de nada
Habituamo-nos
Apenas
(...)
(tradução livre)
Sentir, Aprender, Registar... Escrever o que me vai na alma. E conversar Sempre... tranquilamente, com quem se gosta!
(...)
Não nos esquecemos de nada
Não nos esquecemos mesmo de nada
Habituamo-nos
Apenas
(...)
(tradução livre)


Alguma vez bateu na sua mulher?
Depois de grande burburinho entre as mulheres da família, a filha não o deixou responder (há felizmente essa possibilidade no programa).
Mas a mulher, que podia ter ficado calada, diz: há dias e dias, é melhor não falar nisso.
Ao que recebe um conselho sábio da Teresa Guilherme: "se por acaso isso acontecer, deve falar sobre isso com o seu marido".
Aceitaria 250 mil euros para ter relações homosexuais?
Resposta: sim, por 250 mil euros "aviava" dois.
Um programa português!
Um artista português!
Voltar ali onde
Um filme de Marco Tullio Giordana, italiano, claro, como gosto deles. Um filme que me preencheu que me emocionou que me fez pensar no pouco que saímos do nosso pequeno mundo.

Mais um ícone do meu passado que certamente desaparecerá.O polícia à porta, parecia guardar as minhas memórias.

como o são, todos os lugares que queremos únicos que nos dizem muito e saem d
e dentro de nós.
or mãos que têm uma história feita de passado mas que avança rumo ao futuro, onde me senti bem.

A foto é da minha amiga Lena. Lisboa é bela, vista de cima, escondendo pormenores sórdidos, mal cheirosos e degradantes que esta bela cidade onde nasci, alberga também.
E a estátua do Dr. Sousa Martins que protege os enfermos, mesmo ali ao lado, continua imponente convidativa para as pessoas de fé. Um lugar de culto, bem no meio da praça, que impressiona.
Chocou-me a forma como as placas dos votos dos crentes foram literalmente despejadas à volta da estátua que só resulta, num insólito registo fotográfico.
Detenho-me, respiro fundo e reponho energias numa mesa de café a ouvir conversas alheias. Um pardalito atrevido tentou insistentemente partilhar comigo a minha torrada. 
Mesmo ali ao lado, no nº 37, descobri o Goethe-Institut Portugal. Aventurei-me em dia de jogo Alemanha - Espanha, fui entrando sem ser convidada. Um cartaz à porta prometia um écran gigante e boa cerveja gelada. Desci uma escada escura, segui outros seres irreconhecíveis pelas pinturas de guerra, escondidos por baixo de grandes bandeiras.
Hoje deu-me um desejo irreprimível de ouvir as Variações de Goldberg de Bach, ao piano, interpretadas por Pedro Burnmester e escrever, escrever, não sei bem sobre o quê. Escrever mais como acto impulsivo, despejar para o papel frases, ideias, letras, consoante elas afloram ao meu pensamento. Libertar-me das angústias que me provocam as injustiças.
Fiquei a pensar na vida, no que quero fazer com ela, como quero estar nela...
Ontem ouvi compulsivamente os Metállica e os Moonspell, dando voz à minha alma “gótica” vestida a rigor que se esconde nas noites solitárias (hehehe) e principalmente nas noites de Lua Cheia (aquela que eu menos gosto).
Podia dar-me para pior :-)
