domingo, 31 de maio de 2009

E o Globo vai para...


... para o estilista de Guimarães, Rafael Freitas!

(e não só, claro!)

domingo, 24 de maio de 2009

Charles Darwin...


Por ele quase enveredei pela carreira de Bióloga. Talvez, se não vivesse em Portugal...
Darwin, personagem fascinante na área da Biologia, pai da teoria da evolução das espécies.
Encerrou hoje a magnífica exposição em sua honra na Fundação Calouste Gulbenkian.
Uma exposição bem conseguida que nos vai guiando pelo percurso pessoal e profissional deste homem de visão, numa área a que se dava pouca importância na sua época.
O seu livro "A Origem das Espécies" foi tão polémico como a descoberta de Nicolau Copérnico "A Terra gira à volta do Sol".
Um homem que não cruzou os braços e lutou pelo reconhecimento das suas descobertas.
"... Infinitas formas tão belas e tão admiráveis, evoluíram, e continuam a evoluir".
Gostei muito do que vi e quem não teve a sorte de visitar esta exposição na Fundação Calouste Gulbenkian, tem à sua disposição o catálogo "A evolução de Darwin" com excelente qualidade gráfica e que ilustra o período antes, durante e depois das descobertas de Darwin.
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De noite a ouvir um amigo ligado àquela casa reflecti: Como em tudo na vida não há bela sem senão!

sábado, 16 de maio de 2009

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Não esquecer...


“Ainda que os teus passos pareçam inúteis, vai abrindo caminhos, como a água que desce cantando da montanha. Outros te seguirão...”
(Antoine de Saint-Exupery)

sábado, 25 de abril de 2009

sábado, 18 de abril de 2009

A mulher sem cabeça...

Um filme intrigante de uma discípula de Almodovar, Lucrecia Martel.

Uma viagem ao interior de uma mulher de meia idade.

Um filme que suscita discussão. Será que ele é percebido da mesma forma por homens e mulheres?

"Verónica vai ao volante do seu carro quando num momento de distracção sente que atropela qualquer coisa. Nos dias seguintes, sente-se a desaparecer, sente-se estranha às coisas e às pessoas que a rodeiam, aluada. Confessa ao marido que se calhar atropelou alguém, regressa ao local do acidente, mas só descobre o cadáver de um cão. Porém, quando a vida parece regressar à normalidade, um cadáver é descoberto..." (In Público).

Este é o primeiro filme que assisti onde nada se passa na grande tela, mas sim dentro de nós mesmas. O filme começa quando se sai da sala. E se levarmos uma companhia para uma boa discussão, melhor!

Não me deixou indiferente, talvez porque a minha meia idade se aproxima.

Mais uma excelente dica, certeira, do meu amigo AC.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Realidade...

Tantos livros que ainda não li...

domingo, 12 de abril de 2009

Uma Páscoa tranquila e com saúde para todos...

Apeteceu-me um cliché, porque não!
:-)

sábado, 11 de abril de 2009

Vamos a melhorar este cantinho, por favor...

Infelizmente colocaram um eco ponto à porta da minha casa.
A intenção era certamente boa, reciclar, melhorar o ambiente, etc., etc..
Na prática passei a morar ao pé de uma lixeira e neste mês em que se paga o IMI, sinto-me revoltada.
Pago para morar ao pé de pessoas , que pasme-se também moram aqui e se sentem bem com a sua consciência a sujar o que é delas e dos outros.
Para os meus amigos de terras do Cruzeiro do Sul, esclareço que a CML tem à disposição dos senhores munícipes um nº de telefone que se liga e vêm gratuitamente recolher o lixo maior, à porta de cada um.
Ontem, na A5, seguia atrás de um Audi (talvez isto também diga algo), fui brindada por um maço de tabaco vazio que quase me bateu no carro, logo de seguida o invólucro de plástico do novo maço, voou na minha direcção. Buzinei, apenas uma vez, indignada, recebi um amável dedo fora da janela numa posição pouco recomendável.
E há ainda aqueles que em tempo de crise, roubam os anéis da mão de quem lhes dá emprego!
Como diz o meu pai: "É o que temos!"
Este breve desabafo é partilhado ao mesmo tempo que estou a ouvir uma entrevista com António Barreto que brilhantemente diz: "Qualquer coisa em Portugal demora muito, muito tempo. Parece que somos um país cansado"
Pelos vistos estamos cansados, até de cuidar de nós!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Esta noite improvisa-se...

Uma noite fantástica a quebrar a minha rotina confusa.
Por uma boa causa e em boa companhia.
A primeira peça de Pirandello que assisti.
Uma encenação excelente para um texto rico.
Trinta e dois actores em palco a dar vida a duas histórias numa.
Um, dois em um que nos faz reflectir sobre o mundo do trabalho e o nosso "mundinho".
O teatro, no teatro que é a vida.
Não há tempo para respirar, o espectador entra na peça e no que se passa fora dela num vai vem constante, passeia-se entre os actores, emociona-se e revê-se nas histórias de vida de cada uma das personagens.
Todos os actores são "grandes" mas a Sílvia Filipe consegue angustiar-nos com a sua "Mommina".
Nota 10!
O Teatro D. Maria II, concorde-se ou não com a nova direcção encabeçada por Diogo Infante, está de parabéns.

sexta-feira, 27 de março de 2009

terça-feira, 24 de março de 2009

O Noddy faz 60 anos...


Como já devem ter reparado, ando sem grande inspiração.

Se a Barbie não fez parte da minha infância, já o Noddy esteve sempre presente, nuns livros fantásticos e muito coloridos que a minha prima Ana tinha e que eu "devorava".

Quem se lembra?

sábado, 21 de março de 2009

Chegou, finalmente...



ANUNCIAÇÃO

Surdo murmúrio do rio,
a deslizar, pausado, na planura.
Mensageiro moroso
dum recado comprido,
di-lo sem pressa ao alarmado ouvido
dos salgueirais:
a neve derreteu
nos píncaros da serra;
o gado berra
dentro dos currais,
a lembrar aos zagais
o fim do cativeiro;
anda no ar um perfumado cheiro
a terra revolvida;
o vento emudeceu;
o sol desceu;
a primavera vai chegar, florida.


Miguel Torga

segunda-feira, 9 de março de 2009

domingo, 8 de março de 2009

Dizer Mulher...

Retrato de uma princesa desconhecida
Para que ela tivesse um pescoço tão fino
Para que os seus pulsos tivessem um quebrar de caule
Para que os seus olhos fossem tão frontais e limpos
Para que a sua espinha fosse tão direita
E ela usasse a cabeça tão erguida
Com uma tão simples claridade sobre a testa
Foram necessárias sucessivas gerações de escravos
De corpo dobrado e grossas mãos pacientes
Servindo sucessivas gerações de príncipes
Ainda um pouco toscos e grosseiros
Ávidos cruéis e fraudulentos
Foi um imenso desperdiçar de gente
Para que ela fosse aquela perfeição
Solitária exilada sem destino
Sophia de Mello Breyner Andresen

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Leituras...

Fiquei curiosa com o entusiasmo de um amigo ao falar sobre o livro.
Confesso que durante uns tempos ficou adormecido na prateleira dos livros em lista de espera. Numa tarde chuvosa dei-lhe uma oportunidade.
“Vazio Infinito”, um livro premiado escrito em 1974, por Philip K. Dick, autor de “Blade Runner – Perigo Iminente” adaptado ao cinema que exibe um Harrison Ford sem rugas.
Foi a primeira vez que mergulhei na leitura de um livro de ficção científica. O exercício é interessante. As pessoas, não são bem pessoas mas versões, seis e sete. Os quibble são carros voadores, os estudantes vivem debaixo do solo e são vistos como criminosos, acabando os seus dias nos campos de trabalhos forçados quando caiem nas malhas policiais ou implantam-lhes micro transmissores para recolher informações do submundo. Num mundo do futuro, as músicas estão guardadas em vinil ou numa vídeo cassete e as siglas CD e DVD desconhecidas. As fotografias dos documentos de identificação e as televisões, são 3D.
O tema cativa, um artista televisivo com trinta milhões de espectadores e admiradores, bem na vida, acorda um dia e descobre que não tem identidade, não existe na sociedade em que vive. Resta-lhe um fato de seda feito por medida (um dos dez no mundo inteiro), cinco mil dólares no bolso amarrotado e o novo estatuto de homem invisível.
Quando cheguei à última página fechei o livro e magiquei: só existimos na medida em que os outros que amamos e nos amam existem, privados das nossas referências lutamos activamente para as reencontrar, reencontrando-nos.
Gostei.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Dia dos Namorados...

Conta-mo outra vez
Conta-mo outra vez: é tão bonito que não me canso nunca de escutá-lo.
Repete-me outra vez que o par do conto foi feliz atá à morte.
Que ela não lhe foi infiel, que a ele nem sequer lhe ocorreu enganá-la.
E não te esqueças de que, apesar do tempo e dos problemas, continuaram beijando-se cada noite.
Conta-mo mil vezes por favor: é a história mais bela que conheço.
Amália Bautista (1962)
O amor
é uma ave a tremer
nas mãos de uma criança.
Serve-se de palavras
por ignorar
que as manhãs mais limpas
não têm voz.

Eugénio de Andrade

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

1904...

Hoje lembrei-me dos lanches de amigas, dos anos da minha avó.
Desde cedo, a casa cheirava a cera, a bolos e tudo era azáfama à minha volta.

No início da tarde começavam a chegar, sempre alegres, bem dispostas, perfumadas e vistosas, envoltas em conversas e novidades, as "raparigas da sua idade" porque "velhos são os trapos" como costumava dizer.
Eu, misturava-me no doce tagarelar, nos sabores e nas cores dessas tardes anuais, deliciada.
Hoje, queria ter comprado uma flor, simples, delicada, bonita e perfeita... como ela era!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Curiosidade Linguística de hoje...

"Faltei porque fui fazer um izame"
e o Óscar vai para...
NOVAS OPORTUNIDADES!

sábado, 31 de janeiro de 2009

Como pintar um pássaro...

Pinte primeiro uma gaiola
com a porta aberta.
Em seguida pinte
alguma coisa graciosa,
alguma coisa simples, alguma coisa bonita,
alguma coisa útil...
ao pássaro.
Depois, coloque a tela contra uma árvore
no jardim,
no bosque
ou na floresta
e esconda-se
atrás da árvore
sem dizer nada, sem se mexer.
Às vezes o pássaro chega logo,
mas pode levar muitos, muitos anos
até se resolver.
Não desanime,
espere.
Espere, se preciso, durante anos.
A velocidade ou a lentidão da chegada
do pássaro, não tem a menor relação
com a qualidade da pintura.
Quando ele chegar
(se chegar)
mantenha o mais profundo silêncio,
espere que ele entre na gaiola.
Depois que entrar,
feche lentamente a porta com o pincel.
Aí então
apague uma por uma todas as varetas.
(Cuidado para não esbarrar em nenhuma pena
do pássaro).
Finalmente pinte a árvore,
reservando o mais belo de seus ramos
ao pássaro.
Pinte também a verde folhagem e a doçura dovento,
a poeira do sol,
o rumorejo dos bichinhos da relva no calor da
estação.
Depois aguarde que o pássaro se decida a
cantar.
Se ele não cantar,
mau sinal:
sinal de que o quadro não presta.
Mas bom sinal, se ele canta:
sinal de que você pode assinar o quadro.
Então retire suavemente
uma pena do pássaro
e escreva o seu nome a um canto do quadro.
Jacques Prévert
Tradução-Homenagem: Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Curiosidades...

Hoje, a ouvir um programa que não dispenso, "Escrita em Dia", descobri que sou uma leitora "paraquedista".
:-)
Ainda bem que não tenho medo das alturas!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Ao Poeta...

Os Amigos

Os amigos amei
despido de ternura
fatigada;
uns iam, outros vinham,
a nenhum perguntava
porque partia,
porque ficava;
era pouco o que tinha
pouco o que dava,
mas também só queria
partilhar
a sede de alegria -
por mais amarga.

Eugénio de Andrade, in "Coração do Dia"

Nasceu a 19 de Janeiro de 1923

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Leituras...

Este foi o primeiro livro que li do José Rodrigues dos Santos.
Mergulhei nesta história fictícia, cheia de factos verídicos. Só não a li de um fôlego porque os afazeres profissionais assim não o permitiram.
A escrita é fluida, descritiva e por paisagens variadas: Portugal, Sibéria, Antárctica e Austrália. São 498 páginas empolgantes e preocupantes sobre o futuro da humanidade, apocalíptico sem dúvida.
Não fiquei indiferente à leitura, duvido que alguém fique. Vivendo esta minha vida tranquila, é fácil esquecer-me do problema que é o Aquecimento Global. O livro tem frases alarmantes que nos fazem temer o pior. Hidrogénio a palavra mágica. Pelo menos 110 000 pessoas e eu, já leram o livro, esperemos que haja tempo para salvarmos o planeta.
Não é o meu livro do ano, mas passei algumas horas simpáticas.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Partida...


E começa mais um ano!
Um novo ano, a estrear, empurrando o velho, com aquela esperança contida de ser O ANO.
Parto, desta vez, vazia de passado, tanto quanto se pode partir.
Parto, com um projecto pessoal e alguns projectos profissionais, desafiantes, para caminharem com sucesso.
Parto, sem fazer balanços do ano que passou.
Parto, com vontade de “saborear tempos e espaços”.
Parto, na certeza de encontros, reencontros, cheios de gestos empenhados na construção de momentos muito bons.
Peço Saúde para todos... esse bem precioso!

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Epílogo...

Último dia do ano.
Lá fora o tempo está farrusco, convida ao recolhimento.
Cá dentro, de mim, sinto-me triste com duas notícias chegadas hoje, duas mulheres que conheço têm cancro de mama, uma delas, uma querida amiga minha.
Instintivamente levo a mão aos meus seios em busca de algo anormal. Penso nos adiamentos sucessivos da mamografia e faço a promessa a mim mesma que em Janeiro marco.
Fico a pensar nelas e na angústia que sentem neste último dia do ano, em que o ambiente é de festas e euforia na esperança de um ano melhor.
Fico a pensar na importância dos outros na nossa vida, não de “outros” quaisquer ou de circunstância, mas de “outros” significativos para nós.
O meu desejo é que ninguém esteja sozinho quando uma notícia destas chegue, que tenha com quem dividir a angústia de uma sentença que compromete a vida e a nossa feminilidade.
Que perante uma notícia destas continuem as mulheres a ter quem as beije, toque e abrace.
Também podemos “alimentar” o ecoponto para que mais uma unidade móvel para o despiste do cancro da mama, salve mais mulheres.
E... claro, marcar a nossa Mamografia.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Natal...

Quem és tu que assim vens pela noite adiante,
Pisando o luar branco dos caminhos
Sob o rumor das folhas inspiradas

A perfeição nasce do eco dos teus passos
E a tua presença acorda a plenitude
A que as coisas tinham sido destinadas

A história da noite é o gesto dos teus braços
O ardor do vento a tua juventude
E o teu andar é a beleza das estradas

Sophia de Mello Breyner

domingo, 21 de dezembro de 2008

Hoje apetece-me citar...

"As duas doenças mais graves do mundo são a Intolerância e a Indiferença"

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

De longe, somos todos normais...


Não tenho grande vontade de comentar o que se vai passando neste cantinho à beira mar plantado, apesar de não andar de olhos fechados.
A crise e as políticas que temos deprimem-me, a solidariedade, apenas porque se aproxima o Natal, faz-me azia.
Apetece-me aqui registar outros “Apontamentos” que me quebrem a rotina.
Apenas uma “Nota Solta”, para reflectir.
Porque será que o Governo “dá” 60 milhões de euros para "salvar" um banco que apenas tem a finalidade de gerir fortunas e não “arranja” uns “trocos” para comprar o espólio do Fernando Pessoa?
Tantas notas soltas que andam por aí!
“De longe, somos todos normais”!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Desabafo...

Dezembro começou há poucas horas e eu já estou em stress, com tudo aquilo que tenho para fazer este mês...

E depois há o Natal e tal...

Hoje, Dia da Restauração da Independência Nacional e eu, cada vez menos independente...

Ufa!

(sinto-me melhor agora)

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Dias felizes...

A lista que faz feliz, os dias de uma criança de hoje.
Perguntei ingenuamente:
- Então e os livros?
Recebi um olhar surpreendido e uma careta de nariz torcido que não deixou margem para dúvidas.

Estamos no século XXI...

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Tempos difíceis...

Nas escolas, a energia vai-se esvaindo por todos os nossos poros, a cada toque de campainha, a cada conversa trocada, a cada tarefa cumprida, a cada intervalo que não repõe forças.
Perde-se o bom clima que sempre nos caracterizou, dissipando-se entre lágrimas, risos nervosos, encolheres de ombros, suspiros profundos, falsas indiferenças e normalidade forçada.
A solidariedade já não tem apenas um significado, passou a ter nuances.
As escadas erguem-se à minha frente como paredes de escalada.
Até as árvores mais antigas foram derrubadas e já não as vejo da minha janela.
Lá muito ao longe o mar, inderrubável, umas vezes calmo outras vezes revolto, mas sempre lá, como que a ensinar-nos uma lição.
Fecho o armário, a porta, desço as escadas, entro no carro.
Um dia frio e solarengo... sem sentido!
Estamos todos MALFERIDOS!

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

No seu dia...


No alto mar
A luz escorre
Lisa sobre a água.
Planície infinita
Que ninguém habita.

O Sol brilha enorme
Sem que ninguém forme
Gestos na sua luz.

Livre e verde a água ondula
Graça que não modula
O sonho de ninguém.

São claros e vastos os espaços
Onde baloiça o vento
E ninguém nunca de delícia ou de tormento
Abriu neles os seus braços.

Sophia de Mello Breyner

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Curiosidades linguísticas...


MALFERIDO - adj. Ferido gravemente

APROPINQUAR - v. tr. Aproximar