Sentir, Aprender, Registar... Escrever o que me vai na alma. E conversar Sempre... tranquilamente, com quem se gosta!
quarta-feira, 1 de julho de 2009
terça-feira, 30 de junho de 2009
Pina Bausch...
Impossível ficar indiferente.
Inventou uma outra linguagem corporal, muito para além da dança, capaz de nos emocionar.
Saudades do Ballet Gulbenkian.
Que pouco se tem feito em Portugal por esta arte sublime...
sexta-feira, 26 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
Em dia de marcha Gay por Lisboa...
(Foto de Tiago Petinga)... as pessoas fossem apenas consideradas Pessoas.
... os credos, a cor da pele, a orientação sexual, fossem sinónimos de riqueza do ser humano e não de sofrimento / discriminação / bullying.
Estamos no século XXI!
(apetece-me continuar)
(ainda me apetece continuar mais)
sábado, 13 de junho de 2009
E não é que já tenho saudades destes "diabinhos"...
É também por eles que gosto de acordar todas as manhãs...
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Lealdade...
"Há quanto tempo tu não ouves falar em lealdade?"
LEAL - Conforme a lei; fiel; sincero; franco.
O mais importante de tudo, é que gostei de ouvir a tua voz!
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Monólogos da Vagina...
Achei original a forma de abordar assuntos infelizmente ainda tão "escondidos".
Homens e mulheres sentem certamente esta peça de forma diferente, o que poderia dar uma discussão interessante.
Gostei.
Vale a pena.
domingo, 31 de maio de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
Charles Darwin...
Darwin, personagem fascinante na área da Biologia, pai da teoria da evolução das espécies.
Encerrou hoje a magnífica exposição em sua honra na Fundação Calouste Gulbenkian.
Uma exposição bem conseguida que nos vai guiando pelo percurso pessoal e profissional deste homem de visão, numa área a que se dava pouca importância na sua época.
sábado, 16 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Não esquecer...
“Ainda que os teus passos pareçam inúteis, vai abrindo caminhos, como a água que desce cantando da montanha. Outros te seguirão...”
(Antoine de Saint-Exupery)
sábado, 25 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
A mulher sem cabeça...
Um filme intrigante de uma discípula de Almodovar, Lucrecia Martel. Uma viagem ao interior de uma mulher de meia idade.
Um filme que suscita discussão. Será que ele é percebido da mesma forma por homens e mulheres?
"Verónica vai ao volante do seu carro quando num momento de distracção sente que atropela qualquer coisa. Nos dias seguintes, sente-se a desaparecer, sente-se estranha às coisas e às pessoas que a rodeiam, aluada. Confessa ao marido que se calhar atropelou alguém, regressa ao local do acidente, mas só descobre o cadáver de um cão. Porém, quando a vida parece regressar à normalidade, um cadáver é descoberto..." (In Público).
Este é o primeiro filme que assisti onde nada se passa na grande tela, mas sim dentro de nós mesmas. O filme começa quando se sai da sala. E se levarmos uma companhia para uma boa discussão, melhor!
Não me deixou indiferente, talvez porque a minha meia idade se aproxima.
Mais uma excelente dica, certeira, do meu amigo AC.
terça-feira, 14 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
Vamos a melhorar este cantinho, por favor...
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Esta noite improvisa-se...
sexta-feira, 27 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
O Noddy faz 60 anos...

Como já devem ter reparado, ando sem grande inspiração.
Se a Barbie não fez parte da minha infância, já o Noddy esteve sempre presente, nuns livros fantásticos e muito coloridos que a minha prima Ana tinha e que eu "devorava".
Quem se lembra?
sábado, 21 de março de 2009
Chegou, finalmente...

ANUNCIAÇÃO
Surdo murmúrio do rio,
a deslizar, pausado, na planura.
Mensageiro moroso
dum recado comprido,
di-lo sem pressa ao alarmado ouvido
dos salgueirais:
a neve derreteu
nos píncaros da serra;
o gado berra
dentro dos currais,
a lembrar aos zagais
o fim do cativeiro;
anda no ar um perfumado cheiro
a terra revolvida;
o vento emudeceu;
o sol desceu;
a primavera vai chegar, florida.
Miguel Torga
segunda-feira, 9 de março de 2009
domingo, 8 de março de 2009
Dizer Mulher...
Para que ela tivesse um pescoço tão fino
Para que os seus pulsos tivessem um quebrar de caule
Para que os seus olhos fossem tão frontais e limpos
Para que a sua espinha fosse tão direita
E ela usasse a cabeça tão erguida
Com uma tão simples claridade sobre a testa
Foram necessárias sucessivas gerações de escravos
De corpo dobrado e grossas mãos pacientes
Servindo sucessivas gerações de príncipes
Ainda um pouco toscos e grosseiros
Ávidos cruéis e fraudulentos
Foi um imenso desperdiçar de gente
Para que ela fosse aquela perfeição
Solitária exilada sem destino
Sophia de Mello Breyner Andresen
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Leituras...
“Vazio Infinito”, um livro premiado escrito em 1974, por Philip K. Dick, autor de “Blade Runner – Perigo Iminente” adaptado ao cinema que exibe um Harrison Ford sem rugas.
Foi a primeira vez que mergulhei na leitura de um livro de ficção científica. O exercício é interessante. As pessoas, não são bem pessoas mas versões, seis e sete. Os quibble são carros voadores, os estudantes vivem debaixo do solo e são vistos como criminosos, acabando os seus dias nos campos de trabalhos forçados quando caiem nas malhas policiais ou implantam-lhes micro transmissores para recolher informações do submundo. Num mundo do futuro, as músicas estão guardadas em vinil ou numa vídeo cassete e as siglas CD e DVD desconhecidas. As fotografias dos documentos de identificação e as televisões, são 3D.
O tema cativa, um artista televisivo com trinta milhões de espectadores e admiradores, bem na vida, acorda um dia e descobre que não tem identidade, não existe na sociedade em que vive. Resta-lhe um fato de seda feito por medida (um dos dez no mundo inteiro), cinco mil dólares no bolso amarrotado e o novo estatuto de homem invisível.
Quando cheguei à última página fechei o livro e magiquei: só existimos na medida em que os outros que amamos e nos amam existem, privados das nossas referências lutamos activamente para as reencontrar, reencontrando-nos.
Gostei.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Dia dos Namorados...
Conta-mo outra vez
Conta-mo outra vez: é tão bonito que não me canso nunca de escutá-lo.
Amália Bautista (1962)
O amoré uma ave a tremer
nas mãos de uma criança.
Serve-se de palavras
por ignorar
que as manhãs mais limpas
não têm voz.
Eugénio de Andrade
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
1904...
No início da tarde começavam a chegar, sempre alegres, bem dispostas, perfumadas e vistosas, envoltas em conversas e novidades, as "raparigas da sua idade" porque "velhos são os trapos" como costumava dizer.Hoje, queria ter comprado uma flor, simples, delicada, bonita e perfeita... como ela era!
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Curiosidade Linguística de hoje...
e o Óscar vai para...
NOVAS OPORTUNIDADES!
sábado, 31 de janeiro de 2009
Como pintar um pássaro...
Tradução-Homenagem: Carlos Drummond de Andrade
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Curiosidades...
:-)
Ainda bem que não tenho medo das alturas!
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Ao Poeta...
Os amigos amei
despido de ternura
fatigada;
uns iam, outros vinham,
a nenhum perguntava
porque partia,
porque ficava;
era pouco o que tinha
pouco o que dava,
mas também só queria
partilhar
a sede de alegria -
por mais amarga.
Eugénio de Andrade, in "Coração do Dia"
Nasceu a 19 de Janeiro de 1923
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Leituras...
Este foi o primeiro livro que li do José Rodrigues dos Santos.Mergulhei nesta história fictícia, cheia de factos verídicos. Só não a li de um fôlego porque os afazeres profissionais assim não o permitiram.
A escrita é fluida, descritiva e por paisagens variadas: Portugal, Sibéria, Antárctica e Austrália. São 498 páginas empolgantes e preocupantes sobre o futuro da humanidade, apocalíptico sem dúvida.
Não fiquei indiferente à leitura, duvido que alguém fique. Vivendo esta minha vida tranquila, é fácil esquecer-me do problema que é o Aquecimento Global. O livro tem frases alarmantes que nos fazem temer o pior. Hidrogénio a palavra mágica. Pelo menos 110 000 pessoas e eu, já leram o livro, esperemos que haja tempo para salvarmos o planeta.
Não é o meu livro do ano, mas passei algumas horas simpáticas.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Partida...

Um novo ano, a estrear, empurrando o velho, com aquela esperança contida de ser O ANO.
Parto, desta vez, vazia de passado, tanto quanto se pode partir.
Parto, com um projecto pessoal e alguns projectos profissionais, desafiantes, para caminharem com sucesso.
Parto, sem fazer balanços do ano que passou.
Parto, com vontade de “saborear tempos e espaços”.
Parto, na certeza de encontros, reencontros, cheios de gestos empenhados na construção de momentos muito bons.
Peço Saúde para todos... esse bem precioso!
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Epílogo...
Último dia do ano.Lá fora o tempo está farrusco, convida ao recolhimento.
Cá dentro, de mim, sinto-me triste com duas notícias chegadas hoje, duas mulheres que conheço têm cancro de mama, uma delas, uma querida amiga minha.
Instintivamente levo a mão aos meus seios em busca de algo anormal. Penso nos adiamentos sucessivos da mamografia e faço a promessa a mim mesma que em Janeiro marco.
Fico a pensar nelas e na angústia que sentem neste último dia do ano, em que o ambiente é de festas e euforia na esperança de um ano melhor.
Fico a pensar na importância dos outros na nossa vida, não de “outros” quaisquer ou de circunstância, mas de “outros” significativos para nós.
O meu desejo é que ninguém esteja sozinho quando uma notícia destas chegue, que tenha com quem dividir a angústia de uma sentença que compromete a vida e a nossa feminilidade.
Que perante uma notícia destas continuem as mulheres a ter quem as beije, toque e abrace.
Também podemos “alimentar” o ecoponto para que mais uma unidade móvel para o despiste do cancro da mama, salve mais mulheres.
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Natal...
Pisando o luar branco dos caminhos
Sob o rumor das folhas inspiradas
A perfeição nasce do eco dos teus passos
E a tua presença acorda a plenitude
A que as coisas tinham sido destinadas
A história da noite é o gesto dos teus braços
O ardor do vento a tua juventude
E o teu andar é a beleza das estradas
Sophia de Mello Breyner
domingo, 21 de dezembro de 2008
Hoje apetece-me citar...
http://fernandonobre.blogs.sapo.pt/











