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Sentir, Aprender, Registar... Escrever o que me vai na alma. E conversar Sempre... tranquilamente, com quem se gosta!
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ericanas e deixei-me levar pelo espaço e pelo tempo que por lá passei.
moderna da Europa, Centro de Arte Moderna da Gulbenkian incluído. Foi aqui que contactei pela primeira vez com as famosas "instalações" (uma manifestação artística onde a obra é composta de elementos organizados em um ambiente fechado e cuja disposição de elementos no espaço tem a intenção de criar uma relação com o espectador - fonte Wikipedia) e lembro-me de ter ficado perplexa com um pequeno filme de um homem a "barbear" um cato com uma máquina de barbear eléctrica. A exposição que visitei "Arriscar o Real", não fica atrás e é uma aventura percorrer o labirinto recheado de sensações artísticas. Picasso e Joana Vasconcelos estão por lá.







Hoje acordei suavemente ao som do amolador.
A gaita de 6 ou 8 vozes, vai deixando escapar de forma compassada, um sonido resgatado aos meus tempos de criança.
Um som que anuncia a chegada deste homem enrugado e de cabelos brancos, de mãos artesãs que do velho fazem novo.
Não sei se faz negócio por estas bandas, mas a sua passagem reconforta-me, transporta-me a uma Lisboa antiga de cheiros e pregões da minha infância.Fico a ouvi-lo afastar-se muito lentamente, como quem não tem pressa de avançar no tempo...

Impossível ficar indiferente.
Inventou uma outra linguagem corporal, muito para além da dança, capaz de nos emocionar.
Saudades do Ballet Gulbenkian.
Que pouco se tem feito em Portugal por esta arte sublime...
(Foto de Tiago Petinga)(apetece-me continuar)
(ainda me apetece continuar mais)
É também por eles que gosto de acordar todas as manhãs...
"Há quanto tempo tu não ouves falar em lealdade?"
LEAL - Conforme a lei; fiel; sincero; franco.
O mais importante de tudo, é que gostei de ouvir a tua voz!
“Ainda que os teus passos pareçam inúteis, vai abrindo caminhos, como a água que desce cantando da montanha. Outros te seguirão...”
Um filme intrigante de uma discípula de Almodovar, Lucrecia Martel. Uma viagem ao interior de uma mulher de meia idade.
Um filme que suscita discussão. Será que ele é percebido da mesma forma por homens e mulheres?
"Verónica vai ao volante do seu carro quando num momento de distracção sente que atropela qualquer coisa. Nos dias seguintes, sente-se a desaparecer, sente-se estranha às coisas e às pessoas que a rodeiam, aluada. Confessa ao marido que se calhar atropelou alguém, regressa ao local do acidente, mas só descobre o cadáver de um cão. Porém, quando a vida parece regressar à normalidade, um cadáver é descoberto..." (In Público).
Este é o primeiro filme que assisti onde nada se passa na grande tela, mas sim dentro de nós mesmas. O filme começa quando se sai da sala. E se levarmos uma companhia para uma boa discussão, melhor!
Não me deixou indiferente, talvez porque a minha meia idade se aproxima.
Mais uma excelente dica, certeira, do meu amigo AC.

Como já devem ter reparado, ando sem grande inspiração.
Se a Barbie não fez parte da minha infância, já o Noddy esteve sempre presente, nuns livros fantásticos e muito coloridos que a minha prima Ana tinha e que eu "devorava".
Quem se lembra?

Para que ela tivesse um pescoço tão fino
Sophia de Mello Breyner Andresen
“Vazio Infinito”, um livro premiado escrito em 1974, por Philip K. Dick, autor de “Blade Runner – Perigo Iminente” adaptado ao cinema que exibe um Harrison Ford sem rugas.
Conta-mo outra vez
Conta-mo outra vez: é tão bonito que não me canso nunca de escutá-lo.
Amália Bautista (1962)
O amor
No início da tarde começavam a chegar, sempre alegres, bem dispostas, perfumadas e vistosas, envoltas em conversas e novidades, as "raparigas da sua idade" porque "velhos são os trapos" como costumava dizer.Hoje, queria ter comprado uma flor, simples, delicada, bonita e perfeita... como ela era!