quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Hoje foi noite de Teatro...


"Não quero peças reconfortantes… não estou interessado no tipo de problemas que podem ser resolvidos num molho quando a cortina cai ao fim do terceiro acto… quando se sai desse tipo de peça a única coisa em que se pode pensar é onde é que se estacionou o carro" (Edward Albee)

E assim é!
Quem se aventurar e embrenhar nas 3h da peça "Quem tem medo de Virgínia Wolf" no Teatro D. Maria II, tem garantida uma noite de excelente teatro, densa, intensa e sai certamente a pensar que "de longe todos somos normais".
Os nossos mundos interiores são complexos e fascinantes e mais uma vez as relações conjugais têm muito que se lhes diga e é assustador constatar como pode haver tanto vazio espiritual num casamento, mesmo cheio de cumplicidades.
Gostei especialmente da interpretação da Maria João Luís.
No final saí "pesada" mas de "papo cheio".
Teatro é Teatro!

sábado, 26 de novembro de 2011

Há dias...

"A solidão é o mais fiel dos espelhos. Sublinha a nossa imagem e reduz a dos outros ao exílio das recordações. E assim corta as goelas a preguiçosos álibis... "
Júlio Machado Vaz In Murcon

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

À Sílvia...


Em primeiro lugar quero agradecer à Sílvia o convite para ter estado na mesa, num dia tão importante como o do lançamento do seu livro na escola que frequentou. Foi uma honra e um prazer ter-me sentado ao seu lado.
Conheci a Sílvia em 2007 quando um dia me procurou para conversar.
Fizemos juntas um caminho muito bonito durante 3 anos.
A Sílvia tocou-me pela sua sensibilidade, pelo ser humano de excepção que é, pelo seu espírito altruísta, pela sua forma de sentir os outros e o mundo.
Ao ler alguns dos seus "sonhos de prata e ouro", senti saudades de muitas das nossas conversas.
Sinto um orgulho muito especial pelo seu percurso até ao lançamento deste livro que é pura vivência e emoção e que é também a luta pela realização de um sonho.
Vale a pena ler dois poemas belíssimos. O primeiro “Moldura de Ouro” (pág. 89) um dos poemas que a Sílvia mais gostou de escrever e “Pureza” (pág. 23) que é aquele com o qual a Sílvia se identifica mais no presente, apesar de ter sido escrito há alguns anos em 2006, numa fase menos boa da sua vida quando tinha apenas 14 anos.
Duas notas finais:
A primeira vai para todos os jovens. Nunca desistam dos vossos sonhos, trabalhem neles, vão em frente. Não há sonhos impossíveis.
A segunda vai para a Sílvia. Traduz-se no meu desejo para que nunca pare com o seu exercício da escrita e da sua sensibilidade que continue a estudar que continue a olhar e a retratar o mundo dos sentimentos com as suas palavras.
Muitas vezes ao longo dos últimos anos a Sílvia agradeceu-me as nossas conversas.
Quero dizer-lhe, aqui publicamente, que  o nosso encontro enriqueceu-nos às duas.
Eu também aprendi muito consigo.
Obrigada!
"Pureza
Tanta saudade,
Tanta alegria
Tantos estilhaços de optimismo;
É tão forte!
E é tão vivo...
É a única certeza
Deram-me, simplesmente...
A maior pureza!
De um novo sentimento."
In Sílvia Silva (2011). Sonhos de Prata e Ouro. Universus. pp 23

terça-feira, 15 de novembro de 2011

A dificuldade em gerir os Silêncios...

"No silêncio, a alma encontra o caminho com uma luz mais clara e mais brilhante."
Gandhi

sábado, 12 de novembro de 2011

Sangue do meu Sangue...


Finalmente hoje fui ver este excelente filme do João Canijo.
Assustadoramente real.
Gostei muito da caracterização das personagens, das vivências desvendadas, da autenticidade, dos lugares mais do que comuns, dos diálogos entrelaçados.
Um filme que choca, mas porque é verídico!
A não perder!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

11-11-11

"Nesse Verão tinha estado com ele dois dias. Dois dias bons: conversaram e passearam muito. Revisitaram lugares e memórias das respectivas infâncias. Mas tinha sido pouco tempo, pelo menos para ela. Ele tinha compromissos ambiguamente referidos e, como tal, não podia dispor de mais tempo. Não se mostrou contrariada, embora estivesse. Teria sido mais honesto fazê-lo, mas contraproducente, e ela não era tola."
In Helena Lebre (2011). O Livro dos Ecos. Papiro Editora. pp 35

Nada me fez tanto sentido esta semana, como este parágrafo.
Tenho refletido, nas minhas relações, nos momentos que dou aos outros e nos que recebo também.
Algo necessita de ser reformulado, amadurecido, melhorado, renovado.
É imperativo quebrar padrões de comportamentos sempre recorrentes a cada nova ligação.
Num dia mítico como o de hoje, cinzento e de lua cheia (aquela que nunca gosto), lacro um ciclo dentro de mim.
Fecho mais uma porta.
Pela primeira vez na vida estou sem pressa de abrir outra!
Querida Luzinhas mais uma vez tu estás sempre mais à frente do que eu, no meu sentir.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Hoje...

Vamos em frente...
Vamos lá abraçar a vida!
Tens razão Pê, eu sei que já me ensinaste N vezes que não chove todos os dias...

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

E ainda vou conseguindo ler...

Foram umas horas muito bem passadas. Um livro que nos fala sobre a natureza humana, no que ela tem de pior. Um "Best-Seller" internacional de um escritor dinamarquês Christian Jungersen. Quatro mulheres que trabalham num centro de informação sobre o genocídio (duas investigadoras, uma secretária e uma bibliotecária) experimentam no seu dia a dia os comportamentos que estudam. Um manual de psicologia sem dúvida, sobre a etiologia do Amor e do Mal. Todos nós podemos ser criminosos? Um livro inquietante!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Pão-por-Deus...

Versus...
Halloween

E, por acaso, alguém me sabe explicar porque é que em Portugal comemoramos o Halloween?
Cá por casa ainda se fazem os bolinhos de todos os santos, recheados de passas, nozes e pinhões que se oferecem aos amigos.
Uma delícia!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Revisitar Woody Allen...

Nos dias frios e chuvosos apetece mesmo ficar no sofá a revisitar algumas pérolas cinematográficas que nos marcaram.
Ando a revisitar os meus DVD's do Woody.
Hoje foi a vez de "O Inimigo Público" um filme de 1969, não sou uma fã incondicional desta época do realizador, mas não posso deixar de reconhecer que é o mestre do insólito e das surpresas que nos provoca.
Este filme conta-nos a história de Virgil Starkwell um incompetente assaltante, que nos apetece levar para casa, tal provoca em nós um sentimento de proteção.
É sempre bom revisitar o "velho" Woody.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Viajar...

"O mais interessante numa viagem é ter o sentimento de ter viajado"
(autor desconhecido)

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Ao encontro de novas paragens...

Uma excelente sugestão...

"As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant" uma peça de Fassbinder, que estreia hoje no Teatro Nacional D. Maria II, a não perder mesmo.
Tive a sorte de assistir à ante estreia, na primeira fila e de me deixar embrenhar numa trama de relações interpessoais intensas e representadas por um elenco à altura.
Passados 40 anos é uma peça actual, os sentimentos, as emoções, os ódios e os amores, não se datam, vivem-se intensamente quando surgem, quando nos surpreendem, quando nos desafiam.
A cenografia é muito curiosa e os figurinos são todos do meu estilista favorito José António Tenente que por si só valem a ida ao teatro.
Gostei muito!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Aí está o DIA 2...

Tão distante vai o tempo
em que o Tempo era lento,
levava tempo a passar,
em que este dia 2
andava a passo de boi,
tardava tanto a chegar


Mas os tempos já são outros,
para bem e para mal,
e toda a Vida mudou;
fazer anos nesta altura
até parece loucura
de quem em nada pensou


É Tempo de desfazer, começar a descontar;
deves pensar nisso bem
se te vais habituando,
o hábito vai ficando, tarda nada estás nos cem


AD
(do meu pai para a minha mãe, hoje)

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

De volta à minha rotina...

Mas, desta vez com uma pitada de futuro no horizonte.
Assim seja!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Gostei...

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Obrigada M...

(no prelo)