"Só um amor não correspondido é verdadeiramente romântico!"
In "Vicky, Cristina Barcelona" WA
O cansaço da semana, o frio que faz lá fora, a visita da minha amiga J, fez-me recolher, esta noite, na minha sala que ficou recheada de conversas sobre a vida, sobre amores e desamores, casamentos e divórcios, sobre o que esperar do novo ano que se aproxima, sobre a essência das relações.
E foram tantas as palavras para definir os vários tipos de amor, que não resisti e juntas assistimos a este filme do WA que sempre suscita novos motes para muitas considerações.
"Só um amor não correspondido é verdadeiramente romântico" porque é isento de rotinas, vivências, partilhas, cedências, obrigações familiares e onde os sonhos, as fantasias, a liberdade de sentir, o brilho do olho no olho e de desejar nunca dão lugar a pensamentos mais pragmáticos que têm o condão de quebrar magias.
Será?
De repente fiquei com saudades das tertúlias da minha sala, de outros tempos, dos tabuleiros de bacalhau e de lasanha da D. Ana que saiam do meu congelador quando as conversas eram mais animadas e prolongadas e até dos tempos do Café Aroeira.













